Simulador
Preencha em etapas; cada número se justifica e propaga para o relatório de viabilidade.
· baixar o simulador para usar no computador
Há uma versão mais nova do simulador ().
O salvamento automático fica só neste navegador, neste computador. Para continuar em outro computador ou enviar ao professor, use Baixar arquivo do projeto e depois Abrir arquivo.
Área total do imóvel rural, não a área do talhão da atividade avaliada (essa é informada no passo 1). Usada só para calcular os módulos fiscais.
Varia por município (definido pelo INCRA). Para município do RS reconhecido no campo acima, este campo é preenchido automaticamente (fonte: INCRA, IE 20/1980 e IN 45/1995, conferida em ago/2026); edite se souber de um valor mais atual. Fora do RS, consulte e informe manualmente em hectares: o simulador calcula os módulos fiscais e preenche o campo no passo Crédito.
consultar no INCRA →A atividade define rótulos, unidades e os custos típicos. Escolha a mais próxima; "Outra" libera campos livres.
ver no site →PF ou PJ define a alíquota de Funrural sobre a receita bruta (PF 1,63%, PJ 2,23%; LC 224/2025). Quem recolhe pela folha não é afetado.
ver no site →Se o projeto vai ao banco, abra os campos de crédito. Senão, o simulador funciona como análise de viabilidade pura.
ver no site →Custeio (safra/ciclo) ou investimento (bens duráveis). Comercialização e industrialização existem, mas este simulador modela custeio e investimento.
ver no site →Pronaf, Pronamp ou demais produtores define a linha e a taxa do Plano Safra. Aqui é só rótulo; os juros você informa no passo de custeio.
ver no site →O banco pede CPF/CNPJ, prova de área (CAR/matrícula), DAP/CAF no Pronaf, orçamentos. Veja o checklist completo.
ver no site →Medida da área do imóvel, definida por município (INCRA). Importa para o enquadramento (Pronaf vai até 4 módulos fiscais).
ver em INCRA →Localize o talhão ou imóvel. Veja como gerar o croqui no Google Earth Pro e o Cadastro Ambiental Rural (CAR).
ver no site →Vai tomar crédito? Antes de avançar, leia crédito rural: programas, taxas e documentos.
Antes de projetar qualquer número, tire uma "fotografia" da situação atual da sua propriedade. Forças e Fraquezas são internas: você controla. Oportunidades e Ameaças são externas: você monitora. Seja honesto: um bom diagnóstico evita surpresas no projeto.
Campos opcionais, mas o diagnóstico aparece no relatório final. Veja mais em Parte 1: diagnóstico estratégico.
Aqui se forma a receita: área × produtividade × preço. Use as unidades certas: elas mudam conforme a atividade, e um erro de unidade distorce o projeto inteiro.
ver no site →Use o preço na porteira (já líquido de frete e classificação), não a cotação de bolsa. Confira na cooperativa, sindicato ou EMATER.
ver no site →Verifique a cotação na cooperativa, sindicato rural ou EMATER da sua região antes de fixar o preço. Preços semanais de referência: EMATER-RS: Preços Semanais.
Só se houver receita adicional da própria atividade (ex.: animais de descarte e esterco na pecuária, subprodutos). Se não houver, deixe em branco.
ver no site →Comercialização e Funrural saem da receita bruta para chegar à líquida. Não entram no custeio (COE): isso é o passo seguinte.
ver no site →Comercialização e Funrural são deduções da receita, não entram no COE (custeio). O custeio é o passo seguinte.
Descreva como a atividade é conduzida. O que aparecer aqui precisa reaparecer como custo no passo 3.
ver no site →Esse texto vai para o bloco de manejo do projeto.
No fim do século XIX, o economista italiano Vilfredo Pareto notou que cerca de 80% da terra na Itália estava com uns 20% das pessoas. A proporção reaparece em quase tudo: poucas causas respondem pela maior parte do efeito. No orçamento é igual, um punhado de itens concentra quase todo o desembolso.
COE é o que sai do bolso na safra ou no ciclo: insumos, operações, mão de obra variável. Concentre-se nos poucos itens que pesam (Pareto).
ver no site →Pesquise os preços dos insumos na agroveterinária, cooperativa ou nas bases da CONAB: Preços de insumos · Custos de produção.
Seguro da produção (ex.: Proagro). Se não contratou, coloque 0.
ver no site →Honorário do técnico que elabora e acompanha o projeto: 0,5% a 2% do valor financiado. A taxa de 2% é a mais comum e geralmente aplicada quando o profissional também presta assistência técnica contínua na aplicação dos recursos durante a safra.
ver no site →Custo do crédito tomado. Sem crédito, coloque 0.
ver no site →Bens de capital perdem valor com o uso. Para vida útil e valor residual, veja a metodologia da CONAB (p. 38–43).
ver no site →Para vida útil e valor residual dos bens, consulte as páginas 38 a 43 da Metodologia de Custo de Produção da CONAB.
Remuneração dos fatores é custo de oportunidade (opcional). Em geral basta a mais perceptível; não precisa somar as duas.
COE + fixos = COT; COT + remuneração dos fatores = CT. Metodologia CNA/Campo Futuro.
ver no site →Perenes têm anos de formação antes de produzir. O investimento do ano 0 entra na análise plurianual (VPL/TIR/payback). A depreciação da formação flui automaticamente para o passo de custos fixos.
ver no site →Ponto de equilíbrio: quanto precisa produzir/vender para cobrir os custos.
ver no site →Atividade de ciclo anual: o resultado acima já encerra a análise. A avaliação plurianual (VPL/TIR/payback) só se aplica a culturas perenes.