Aula teórica ·
T4
Movimento 2 · Medir

COE, COT e Custo Total

Colégio Politécnico da UFSM
Prof. Róberson Macedo de OliveiraColégio Politécnico da UFSM
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Conceito · a pergunta da aula

A receita paga as contas, todas elas?

Depende de quais contas você enxerga. O boleto do adubo é visível; o desgaste do trator e o próprio salário do produtor, não.

Por isso o custo se calcula em três camadas progressivas: cada uma responde a uma pergunta gerencial diferente, do caixa do mês à decisão de investir.

Conceito · a estrutura

Três camadas, três perguntas

COE: Custo Operacional Efetivo (o caixa)paga as contas?
+ depreciação + pró-labore
COT: Custo Operacional Total (a sustentabilidade)repõe e remunera?
+ custo de oportunidade do capital e da terra
CT: Custo Total (a decisão de investidor)vale a pena?

Metodologia Matsunaga et al. (IEA, 1976), adotada pelo Campo Futuro/CNA: o padrão desta disciplina. CONAB e CEPEA têm estruturas equivalentes.

R$ propriedade COE mão de obra, insumos, mecanização, tributos COT = COE + depreciação e pró-labore CT = COT + custo de oportunidade COE Depreciação e pró-labore Custo de oportunidade Receita bruta
Conceito · camada 1

COE: o dinheiro que sai da conta

Custo Operacional Efetivo COE = custos variáveis + custos fixos que exigem desembolso

Pergunta que o COE responde: a receita da safra paga as contas do projeto?

Conceito · como o COE é lançado

Itens diretos e itens automáticos

Diretos: linha por linha

Lançados por coeficiente × preço, como na T3: 300 kg/ha de adubo × R$ 3,26/kg. São a maioria dos itens.

Automáticos: % sobre a receita

Calculados como percentual da RB: Funrural (1,63%), comercialização (1,0–2,0%), assistência técnica (2%), despesas administrativas (3%).

O simulador calcula os automáticos sozinho a partir do passo 1, por isso a receita veio antes dos custos. Não os lance duas vezes.

Na planilha IRGA da T3, os automáticos apareciam como "de 3%", "(2%)": esse é o cálculo por trás desses percentuais.

Conceito · camada 1 · leitura

Se a receita não cobre nem o COE

RB < COE significa que cada saca vendida dá prejuízo em caixa: a atividade não se sustenta nem no curto prazo.

Cobrir o COE é o primeiro degrau, não a linha de chegada: paga o caixa, mas ainda não o desgaste nem o trabalho do produtor.

Conceito · o custo invisível

Depreciação: o custo que não emite boleto

É a perda de valor dos bens da propriedade ao longo do tempo, pelo uso, pelo desgaste natural, pela obsolescência tecnológica.

  • Tratores e colheitadeiras, galpões, sistemas de irrigação, matrizes: tudo se consome produzindo.
  • Mesmo sem boleto este mês, o equipamento está sendo gasto a cada hora de operação.
Impacto no lucro Sem contabilizar a depreciação, o lucro fica superestimado, e não se guarda dinheiro para repor o bem quando ele acabar.
Trator Massey Ferguson 50X antigo, de pintura vermelha desbotada e pneus gastos, parado em campo de pastagem, ainda em uso na propriedade
trator Massey Ferguson 50X, modelo antigo ainda em serviço, Mariana Pimentel/RS · CC BY-SA 3.0 BR, Paulo rsmenezes/Wikimedia Commons
Conceito · o cálculo

Depreciação linear

Método linear: o mais utilizado depreciação anual = (valor do bem − valor residual) ÷ vida útil

Dividir a depreciação anual pelas horas trabalhadas dá o custo por hora de máquina: a base do custo de cada operação mecanizada.

Conceito · camada 2

COT: paga, repõe e remunera

Custo Operacional Total COT = COE + depreciação + pró-labore

Dois custos que não são desembolso imediato, mas garantem a saúde patrimonial de longo prazo: a reposição do que se desgasta e a remuneração do trabalho de gestão do produtor.

Pergunta que o COT responde: a receita paga os custos operacionais e ainda remunera o trabalho do produtor? Cobrir o COT é o indicador mínimo de sustentabilidade.

Conceito · o segundo custo invisível

O autoengano de trabalhar de graça

O produtor que não lança o próprio salário está subsidiando o projeto com trabalho não pago, e chamando isso de lucro.

  • Teste simples: quanto custaria contratar alguém para fazer o que o produtor faz? Esse é o pró-labore.
  • Vale também para a família: filhos que tiram leite todo dia são mão de obra, e precisam reaparecer como custo.
Consequência prática Sem pró-labore, a comparação com emprego assalariado sai distorcida a favor do projeto.
Produtor rural de chapéu empurra carrinho de mão com caixas de verdura por entre canteiros de alface
produtor rural Vilmar de Almeida leva a colheita para comercializar, Planaltina/DF · CC BY-SA 2.0, Sergio Amaral/Ministério do Desenvolvimento Social/Wikimedia Commons
Conceito · camada 3

CT: a pergunta do investidor

Custo Total CT = COT + custo de oportunidade do capital + custo de oportunidade da terra

A camada mais completa: além de operar, o projeto precisa render mais que a melhor alternativa disponível para os mesmos recursos.

Pergunta que o CT responde: o retorno supera a melhor alternativa, arrendar a terra, aplicar o capital? A rentabilidade do projeto, neste curso, é sempre medida sobre o CT.

Conceito · remuneração dos fatores

Custo de oportunidade: o que você deixa de ganhar

  • Da terra própria: o arrendamento que ela renderia se não fosse usada no projeto. Referência prática: % do valor da terra ou sacas/ha da região (sindicatos rurais).
  • Do capital: o rendimento que o dinheiro imobilizado em máquinas, animais e insumos teria numa aplicação financeira de referência.

Não é dinheiro que sai, é dinheiro que deixa de entrar por se ter escolhido produzir. Na planilha IRGA da T3: "renda dos fatores", R$ 2.743/ha (17,4% do CT).

Gado bovino pastando em campo verde ao lado de uma lagoa, com árvores ao fundo, em propriedade rural
gado no pasto em propriedade rural, Mariana Pimentel/RS · CC BY-SA 4.0, Paulo RS Menezes/Wikimedia Commons
Conceito · síntese

As quatro leituras da receita

SituaçãoO que significa
RB < COEInsustentável: perde caixa a cada saca. Parar ou reformular já.
RB ≥ COEPaga o caixa, mas ainda não o desgaste nem o trabalho do produtor.
RB ≥ COTSustentabilidade mínima: paga custos, repõe patrimônio, remunera o gestor.
RB ≥ CTViabilidade plena: gera riqueza acima da melhor alternativa.

A sequência de perguntas é sempre a mesma, para qualquer cultivo ou criação, e cada degrau vira uma margem com nome próprio.

Conceito · de onde vêm os números

Sem registro, o orçamento é chute

Todo esse aparato depende de um elemento que nenhuma fórmula substitui: o dado real do campo, a função de controle do ciclo de gestão.

  • Histórico por talhão valida premissas, compara safras e alimenta a análise marginal.
  • Bancos usam esses registros para avaliar risco e conceder crédito.
  • Solução sem custo: Google Forms no celular → planilha automática → análise por talhão.
O fluxo dos dados operação no campo → registro no celular → planilha → análise → decisão
Trator agrícola de grande porte visto de perfil, com receptor GPS montado no teto da cabine para direção assistida por satélite
receptor GPS de piloto automático: também é tecnologia captando dado de campo · CC BY-SA 3.0, bdk/Wikimedia Commons
Exemplo RS · trator 75 cv

O trator da propriedade familiar

O trator de 75 cv é a máquina típica da propriedade familiar gaúcha: lavoura, pecuária de leite, fruticultura. Premissas do caso:

  • Valor de compra: R$ 200.000 (mercado 2026: R$ 160–260 mil conforme marca e configuração).
  • Valor residual: R$ 40.000 (20% após a vida útil).
  • Vida útil: 10 anos ou 10.000 horas (1.000 h/ano de uso).

Premissas declaradas, como sempre: valor com cotação real da região, residual e vida útil justificados.

Trator New Holland TL75E azul, de porte médio e pneus enlameados, estacionado ao lado de galpão de madeira em pequena propriedade rural
trator New Holland TL75E, 75 cv, em propriedade familiar de Mariana Pimentel/RS · CC BY-SA 3.0 BR, Paulo rsmenezes/Wikimedia Commons
Exemplo RS · o cálculo

Quanto custa o trator por ano e por hora

Depreciação anual (R$ 200.000 − R$ 40.000) ÷ 10 anos = R$ 16.000/ano
Depreciação por hora R$ 160.000 ÷ 10.000 h = R$ 16/hora

Cada hora de motor consome R$ 16 do patrimônio, antes do diesel, do operador e da manutenção. É a primeira parcela do custo-hora da máquina.

Exemplo RS · custo fixo e escala

O mesmo trator, três propriedades

Área atendidaDepreciação/haLeitura
40 haR$ 400Máquina cara para a escala: avaliar serviços a vizinhos ou compra conjunta
80 haR$ 200Uso equilibrado para o porte
160 haR$ 100Custo fixo diluído, máquina bem aproveitada

Os R$ 16.000/ano não mudam, é custo fixo (T3). O que muda é sobre quantos hectares ele se dilui. Máquina parada é depreciação sem produção.

Exemplo RS · o inventário

Três bens, a mesma divisão

Numa propriedade de 80 ha, o trator não é o único bem que se desgasta. A conta se repete para tudo que a atividade usa sem consumir de uma vez:

BemValorResidualVida útilDepreciação/ano
Trator 75 cv200.00040.00010 anos16.000
Galpão de máquinas120.000025 anos
Grade e pulverizador18.000015 anos
Depreciação anual da propriedade

Galpão e implementos entram com residual zero: ao fim da vida útil não há revenda prevista. Residual é premissa declarada, não regra fixa.

Exemplo RS · o inventário fechado

O patrimônio que se consome todo ano

BemValorResidualVida útilDepreciação/ano
Trator 75 cv200.00040.00010 anos16.000
Galpão de máquinas120.000025 anos4.800
Grade e pulverizador18.000015 anos1.200
Depreciação anual da propriedade22.000

São R$ 22.000 por ano de patrimônio se consumindo, sem um boleto sequer. É o número que falta na conta de quem só olha o extrato.

Exemplo RS · as três verdades

O "lucro" que era prejuízo

A mesma propriedade de 80 ha. O produtor comemora: sobraram R$ 40.000 no caixa (RB − COE). Ele retira R$ 3.000 por mês para viver.

Sobra de caixa (RB − COE)R$ 40.000
− depreciação do trator e benfeitorias
− pró-labore (12 × R$ 3.000)
Resultado sobre o COT

A depreciação é a soma do inventário. O pró-labore está escrito na própria linha.

Exemplo RS · a conta fechada

Onde o sinal vira

Sobra de caixa (RB − COE)R$ 40.000
− depreciação do trator e benfeitoriasR$ 22.000
− pró-labore (12 × R$ 3.000)R$ 36.000
Resultado sobre o COT− R$ 18.000

Pagou as contas, mas consumiu patrimônio e trabalhou de graça, e ainda faltaria a remuneração da terra e do capital (CT). As três camadas mostram resultados diferentes para o mesmo ano.

Trator Valmet 65 alaranjado e antigo, parado e cercado por vegetação alta que já cobre parte das rodas
trator Valmet 65 parado no mato, Mariana Pimentel/RS · CC BY-SA 3.0 BR, Paulo rsmenezes/Wikimedia Commons
Exemplo RS · a mesma lavoura, quatro safras

Quanto essa lavoura precisava colher

As três camadas da propriedade de 80 ha, por hectare COE 4.800,00 · COT 5.525,00 · CT 7.000,00

A estrutura de custo não muda de uma safra para outra. O que muda é a colheita. Soja a R$ 132,50/sc:

Safrasc/haReceita bruta/haVeredito
Excelente55
Boa48
Fraca40
Quebra34

O COT soma ao COE os R$ 22.000 de depreciação e os R$ 36.000 de pró-labore, diluídos nos 80 ha. O CT acrescenta R$ 1.475/ha de remuneração da terra e do capital.

Exemplo RS · quatro veredictos

Quatro safras, quatro respostas

Safrasc/haRB/haVeredito
Excelente557.287,50RB ≥ CT: viabilidade plena, folga de R$ 287,50/ha
Boa486.360,00RB ≥ COT: sustentabilidade mínima, não remunera a terra
Fraca405.300,00RB ≥ COE: paga o caixa e consome patrimônio
Quebra344.505,00RB < COE: prejuízo em caixa, parar ou reformular

A safra fraca é o ano da conta anterior: sobra de caixa de R$ 40.000 e resultado de − R$ 18.000 sobre o COT. Vinte e uma sacas separam a primeira linha da última, e elas atravessam os quatro degraus da escada.

Exemplo RS · a propriedade de leite

O mesmo trator, agora no leite

Uma propriedade familiar de leite usa o mesmo trator de 75 cv para fazer silagem e tratar o gado. Premissas do caso:

  • 25 vacas em lactação, cerca de 410 litros por dia: 150.000 litros no ano.
  • Leite a R$ 2,40/L: receita de R$ 360.000 no ano.
  • Sobra de caixa (receita − COE): R$ 70.000.
  • O casal tira o leite e retira R$ 4.500 por mês para viver.

Valores de exemplo, declarados como premissa. No projeto, cada um precisa de fonte e data.

Tanque resfriador de leite a granel, de aço inoxidável, instalado na sala de leite de uma propriedade
resfriador de leite a granel · CC BY-SA 3.0, Fotonovela/Wikimedia Commons
Exemplo RS · o inventário do leite

O que se desgasta tirando leite

BemValorResidualVida útilDepreciação/ano
Trator 75 cv200.00040.00010 anos16.000
Ordenhadeira canalizada45.0005.00010 anos
Resfriador 2.000 L40.0004.00012 anos
Sala de ordenha e galpão200.000025 anos
Depreciação anual da propriedade

A mesma fórmula do trator: (valor − residual) ÷ vida útil. O exemplo considera só máquinas e benfeitorias. Como tratar o rebanho na conta fica para a aula de pecuária.

Exemplo RS · a conta fechada do leite

O leite também esconde o sinal

Sobra de caixa (RB − COE)R$ 70.000
− depreciação: trator 16.000 + ordenhadeira 4.000 + resfriador 3.000 + sala 8.000R$ 31.000
− pró-labore do casal (12 × R$ 4.500)R$ 54.000
Resultado sobre o COT− R$ 15.000

Entrou dinheiro todo mês e as contas foram pagas. Mesmo assim, a atividade consumiu patrimônio e pagou ao casal menos do que o trabalho vale.

No leite, o pró-labore pesa mais do que na lavoura: a ordenha costuma ser duas vezes por dia, todos os dias do ano.

Exemplo RS · o custo por litro

Quanto o litro precisava valer

As três camadas da propriedade de leite, por litro (150.000 L/ano) COE 1,93 · COT 2,50 · CT 2,70

A estrutura de custo é a mesma o ano todo. O que muda é o preço que a indústria paga no mês:

Preço do litroReceita no anoVeredito
R$ 2,80
R$ 2,60
R$ 2,10
R$ 1,80

COE de R$ 290.000; COT soma R$ 31.000 de depreciação e R$ 54.000 de pró-labore; CT acrescenta R$ 30.000 de remuneração da terra e do capital. Tudo dividido por 150.000 litros.

Exemplo RS · quatro preços, quatro respostas

Na soja muda a colheita; no leite, o preço do mês

Preço do litroReceita no anoVeredito
R$ 2,80420.000RB ≥ CT: viabilidade plena, folga de R$ 0,10/L
R$ 2,60390.000RB ≥ COT: sustentabilidade mínima, não remunera terra e capital
R$ 2,10315.000RB ≥ COE: paga o caixa e consome patrimônio
R$ 1,80270.000RB < COE: prejuízo em caixa, parar ou reformular

Em 2026, o valor de referência do Conseleite-RS foi de cerca de R$ 2,06 em janeiro a R$ 2,53 em abril. A mesma propriedade passou, em poucos meses, por mais de um degrau da escada.

Valores projetados divulgados pelo Conseleite-RS (cálculo da Universidade de Passo Fundo). O preço pago a cada produtor varia com volume e qualidade.

Exemplo RS · o que fica

Três lições do caso

  • Depreciação se calcula em minutos: três números e uma divisão, escolha do produtor, não limitação técnica.
  • Custo fixo depende da escala: "quantos hectares essa máquina atende?" ou "quantos litros essa sala de ordenha produz?" vale para cada bem do inventário.
  • Sobra de caixa não é lucro, na lavoura e no leite: só o resultado sobre o COT, e depois sobre o CT, diz se a atividade se sustenta.
Para o projeto de vocês Cada máquina e benfeitoria do manejo precisa de valor, residual, vida útil e depreciação lançada no passo 4.
R$ propriedade COE mão de obra, insumos, mecanização, tributos COT = COE + depreciação e pró-labore CT = COT + custo de oportunidade COE Depreciação e pró-labore Custo de oportunidade Receita bruta
Mão no simulador · passo 3 · COE completo

Tarefa de saída: parte 1

Simulador de projetos · passo 3 de 7custos do ciclo
coeficiente × preço, item por item (da lista da T3)
Funrural, comercialização: calculados sobre o passo 1
permanente e temporária: a declarada no manejo
somado automaticamente pelo simulador

Confiram item a item contra o manejo do passo 2: prática sem custo ou custo sem prática é linha errada.

Mão no simulador · passo 4 · COT e CT

Tarefa de saída: parte 2

Simulador de projetos · passo 4 de 7depreciação e fatores
máquina/benfeitoria: valor, residual, vida útil
quanto custaria contratar quem faz a gestão
arrendamento de referência da região
taxa de referência sobre o capital imobilizado

O simulador fecha COE → COT → CT na hora. Os três valores do projeto de vocês são definidos nesta etapa.

Mão no simulador · antes de sair da sala

Checklist de saída

Terminou antes? Compare o CT/unidade do projeto com a RL/unidade do passo 1.

Ponte · o que vem

P1 na S7, depois, as margens

Na próxima semana, a P1: o projeto com receita e custos fechados é a base da avaliação. Na T5 (S9), esses números ganham interpretação: MB, ML e lucro, o que cada margem diz para o curto, médio e longo prazo.

O cálculo feito na T5 RL − COE = MB · RL − COT = ML · RL − CT = lucro
T4 · COE, COT e Custo Total

Fontes e créditos

Referência bibliográfica geral: KAY, Ronald D.; EDWARDS, William M.; DUFFY, Patricia A. Gestão de propriedades rurais. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. E-book. ISBN 9788580553963. Disponível em: Minha Biblioteca. Acesso em: 29 maio 2026. Dados, preços e taxas citados nos exemplos: fontes indicadas em aula e atualizadas a cada oferta.

Material didático elaborado pelo Prof. Róberson Macedo de Oliveira, Colégio Politécnico da UFSM, com apoio de inteligência artificial (Claude, Anthropic) na organização didática e diagramação. O conteúdo pedagógico, a metodologia e as decisões de planejamento são de responsabilidade do docente.

Material de estudo: Parte II.4: COE, COT e CT · Parte II.5: Registro e controle · autoavaliação da Parte II · simulador de projetos · versão impressa deste material = apostila da aula (Ctrl+P).

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